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Comunicação não violenta na empresa: Úrsula Pronckunas explica como evitar prejuízo financeiro
Comunicação não violenta empresa é o tema da nova conversa que o Portal RoteiroSJC teve com Úrsula Pronckunas — um assunto que interessa direto a quem lidera equipes em São José dos Campos, onde clima ruim já custa caro em produtividade, rotatividade e, cada vez mais, em processo judicial. Advogada, terapeuta e especialista em NR1, Úrsula já tinha passado pelo Programa Figura de Ouro do RoteiroSJC falando sobre saúde mental no trabalho. Desta vez, o assunto é direto: como a falta de comunicação não violenta empresa afora pode destruir o clima organizacional e gerar prejuízo financeiro real.
Assista à entrevista completa
Antes de seguir a leitura, vale conferir a conversa na íntegra — rápida, direta e cheia de exemplos práticos:
O que é comunicação não violenta empresa
Na prática, comunicação não violenta empresa é a aplicação, dentro do ambiente corporativo, de uma forma de diálogo que reduz conflitos, assédio moral e desgaste emocional entre líderes e equipes. Não se trata de “suavizar” cobranças ou evitar feedback — é mudar a forma como esse feedback é dado, sem ataque pessoal e sem tom hostil. Para empresas de SJC, isso deixou de ser luxo de RH e virou item de compliance, já que a NR1 atualizada em 2026 passou a exigir prevenção de riscos psicossociais, como o RoteiroSJC já detalhou em matéria própria.
Como a falta de comunicação não violenta destrói o clima da empresa
Segundo Úrsula, os efeitos aparecem rápido e em cascata. “Assédio moral, conflitos de todos os níveis. Inclusive, o colaborador pode chegar a ter burnout”, explica. O burnout — classificado pela Organização Mundial da Saúde como fenômeno ocupacional — é, nas palavras dela, “o top do estresse no ambiente de trabalho”.
O prejuízo financeiro real: processos, indenização e afastamento
A consequência não fica só no clima. “Isso gera pra empresa processo trabalhista, indenização, afastamento de funcionário e uma série de coisas”, resume Úrsula. Ao todo, ela lista pelo menos seis riscos diretos ligados à ausência de comunicação não violenta empresa: assédio moral, conflitos internos, burnout, processos trabalhistas, indenizações e afastamento de colaboradores.
Por que a maioria dos processos trabalhistas não é por incompetência técnica
Um dos pontos mais diretos da entrevista é também o mais desconfortável para muitas empresas: “Os processos trabalhistas não acontecem por incompetência técnica. A maioria deles é por causa disso”, afirma Úrsula, se referindo à falta de comunicação não violenta na relação entre líderes e equipes. Ou seja: o problema raramente é a entrega do trabalho — é a forma como as pessoas se falam no dia a dia.
Como aplicar comunicação não violenta empresa no dia a dia
Úrsula reforça que adotar comunicação não violenta empresa não exige um programa caro de treinamento — começa em hábitos simples de liderança: separar fato de julgamento antes de dar um feedback (“o relatório atrasou” em vez de “você é desorganizado”), ouvir a versão do colaborador antes de tirar conclusão, e reservar correções para conversas individuais, nunca em grupo. Para empresas de SJC que ainda tratam isso como “coisa de RH grande”, o alerta de Úrsula é direto: o custo de não fazer isso aparece na Justiça do Trabalho, não na folha de pagamento.
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ENTRAR NO CANAL DO ROTEIRO SJCPerguntas frequentes sobre comunicação não violenta na empresa
O que é comunicação não violenta empresa?
É a aplicação, no ambiente corporativo, de uma forma de comunicação que reduz conflitos, assédio moral e desgaste emocional entre líderes e equipes — tema abordado por Úrsula Pronckunas em entrevista ao RoteiroSJC.
Quais os riscos de não aplicar comunicação não violenta na empresa?
Segundo Úrsula Pronckunas, os principais são assédio moral, conflitos internos, burnout, processos trabalhistas, indenizações e afastamento de colaboradores.
A maioria dos processos trabalhistas é por incompetência técnica?
Não, segundo Úrsula. A maior parte decorre de falhas de comunicação e de relacionamento no ambiente de trabalho, não da qualidade técnica da entrega.
Úrsula Pronckunas
Advogada · Mentora em Comunicação Não Violenta
Úrsula une legislação com o desenvolvimento humano e NR1 para transformar empresas por dentro.
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