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Exposição SESI de J. Borger: As Gravuras que Marcam a História da Xilogravura Brasileira

A mostra reúne suas xilogravuras mais importantes e oito inéditas com matrizes,

além de abrigar literatura de cordel, uma cinebiografia e obras de seus filhos aprendizes.

SESI São José dos Campos apresenta a exposição J. Borges – O Mestre da Xilogravura, a partir do dia 26 de abril de 2024, com visitação gratuita. O evento de abertura acontece na noite anterior, dia 25/04, terça, às 19h.

O imaginário popular do Nordeste está presente em símbolos e figuras talhadas pelo artista, que completa 88 anos em dezembro.

Com curadoria de Ângelo Filizola, a exposição traz uma coletânea de 44 xilogravuras, sendo oito delas até então inéditas (com suas respectivas matrizes), junto às 28 obras mais importantes da carreira de J. Borges. Os temas retratados simbolizam a trajetória de vida do artista, considerado pelo dramaturgo Ariano Suassuna como o “melhor gravador popular do Brasil”.

Os visitantes podem apreciar obras de diversas fases de sua história, identificadas pelos temas:  Viagem a Trabalho e Negócios, Serviços do Campo, Plantio de Algodão, Forró Nordestino, Plantio de Cana, Feira de Caruaru, Carnaval em Pernambuco e Festa dos Apaixonados. A poesia popular também tem lugar na exposição: um espaço dedicado especialmente à literatura de cordel. Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano do agreste, de acontecimentos políticos, de fatos lendários, de folclóricos e pitorescos da vida.

“Estou muito felizl com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. E eu ainda quero viver bastante, e o que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. Minha obra é aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto”, comenta J. Borges, que é patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado. Borges já expôs na França, Alemanha, Suíça, Itália, EUA, Venezuela e Cuba, deu aulas na França e nos EUA, ilustrou livros em vários países e foi destaque no The New York Times.

A exposição J. Borges – O Mestre da Xilogravura traz ainda duas obras assinadas por Pablo Borges e Bacaro Borges, filhos e aprendizes do artista, além da exibição de uma cinebiografia sobre vida e obra de Borges, assinada pelo jornalista Eduardo Homem.

J. Borges desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para criar o desenho, onde as narrativas próprias do cordel têm espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras. Os temas mais recorrentes em seu repertório são o cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos, a religiosidade, a picardia, enfim todo o rico universo cultural do povo nordestino.

A Gerente de Cultura do Sesi-SP, Debora Viana, reforça a importância desta exposição integrar o circuito das mostras itinerantes nos Espaços Galerias. “Com a iniciativa, que começou em Campinas, reforçamos o compromisso que a instituição possui de fomentar o cenário cultural e artístico por meio do acesso do público a obras, ao processo criativo de artistas nacionais e internacionais, à reflexão e à experimentação. Para o Sesi-SP, é de extrema importância a formação de novos públicos em artes, a difusão e o acesso à cultura de forma gratuita. É por isso que desenvolvemos e realizamos projetos das mais diversas áreas e convidamos o público a entrar de cabeça no universo do conhecimento e da arte”

Com produção e idealização da Cactus Promoções e Produções, a exposição J. Borges – O Mestre da Xilogravura já foi apresentada no Centro Cultural FIESP e nas unidades do SESI em Campinas, São José do Rio Preto e Itapetininga.

Serviço

Exposição: J. Borges – O Mestre da Xilogravura

Abertura: 25 de abril – Terça, às 19h

Temporada: 26 de abril a 30 de setembro de 2024

Horário: Quarta a domingo, das 10h às 20h

Entrada gratuita. Classificação: Livre.

Acessibilidade: obras com audiodescrição.

Agendamento de grupos e escolas: culturasesisjc@sesisp.org.br

SESI São José dos Campos

Espaço Galeria

Av. Cidade Jardim, 4389 – Bosque dos Eucaliptos. São José dos Campos/SP.

saojosedoscampos.sesisp.org.br

Instagram: @sesi_sjc | Facebook – @ sesisjcampos

Fotos da exposição e do artista (acesse o link) – J. Borges – O Mestre da Xilogravura AQUI !

J. Borges (biografia)

J. Borges (José Francisco Borges, 1935, em Bezerros/PE) é um dos mestres do cordel, um dos artistas folclóricos mais celebrados da América Latina e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no mundo. Criou figuras a partir das histórias e lendas populares, que impregnam o espírito do mestiço nordestino. Começou aos 20 anos na escrita do cordel com O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina. Mestre Dila, de Caruaru, ilustrou. Vendeu mais de cinco mil exemplares em dois meses e decidiu produzir as próprias gravuras para o segundo cordel: O Verdadeiro Aviso de Frei Damião. Na capa, uma igrejinha (talhou em um pedaço de madeira a primeira gravura). Amigos passaram a encomendar ilustrações e matrizes. Autodidata, Borges ilustrou mais de 200 cordéis ao longo da vida. Vendia as gravuras na feira de Caruaru, quando um grupo de turistas comentou que ‘adorava xilogravuras’, foi investigar o termo e descobriu-se um xilogravurista. Foi descoberto por colecionadores e marchands, que proporcionaram seu encontro com Ariano Suassuna que afirmava ser Borges o melhor do mundo. Ganhou notoriedade e foi levado aos meios acadêmicos. O artista aumentou o tamanho das gravuras, e o que inicialmente produzia apenas em preto, passou a colorir com uma técnica que ele próprio inventou. Entre todas suas xilogravuras, a sua preferida é A Chegada da Prostituta no Céu (1976).

Participou de exposições na França, Alemanha, Suíça, Itália, Venezuela e Cuba. Desembarcou em mais de 10 países, deu aulas na França e nos EUA. Ilustrou livros no Brasil, na França, em Portugal, na Suíça e nos Estados Unidos. Tem várias obras publicadas, muitos prêmios e distinções: Fundação Pró-Memória (Brasília, 1984), Fundação Joaquim Nabuco (Recife, 1990), V Bienal Internacional Salvador Valero (Trujilo/Venezuela, 1995), Ordem do Mérito Cultural (Ministério da Cultura, 1999) e Prêmio Unesco – Ação Educativa/Cultural. Em 2002, foi um dos 13 artistas escolhidos para ilustrar o calendário anual das Nações Unidas, com a xilogravura A Vida na Floresta. Em 1992, expôs na Galeria Stähli, em Zurique, Suíça, e no Museu de Arte Popular de Santa Fé, Novo México. Em 2006, foi tema de reportagem no The New York Times e recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, que garante apoio vitalício para salvaguardar e transmitir sua arte. Entre todas suas xilogravuras, a sua preferida é A Chegada da Prostituta no Céu (1976).

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Tragam um Charuto, a 2ª edição do Arte de Degustar Chegou

Sommelier de charutos árabes leva requinte e sofisticação para as noites joseenses 

De origem árabe e residindo no Brasil há mais de 9 anos, o sommelier de charutos Mr. Abdullah Soliman tem promovido workshops, jantares harmonizados e eventos de charutos para os apreciadores e aficionados por essa arte.

Na noite de ontem, na Estação Coronel do Shopping Oriente, Soliman apresentou mais uma edição do evento “A arte de degustar charutos”. Reunindo mais de 70 convidados, entre eles empresarios e personalidades de nossa região, a noite foi embalada ao som de Jazz & Blues com Dudu Marino no violão, acompanhada da excelente gastronomia e drinks da Estação Coronel e dos primorosos charutos da AFBX Cigars, que foram apresentados no evento, com a presença do proprietário da fábrica nicaraguense Sr Alcemiro Ferreira de Barros.

“A arte de degustar charutos” é um evento promovido pela Soliman Cigars que acontece mensalmente em São José dos Campos em modelo itinerante, alternando os locais e os charutos apresentados, sempre surpreendendo os convidados.

Além dos workshops, jantares e eventos, Soliman também presta consultoria sobre charutos, faz curadoria de umidores particulares e atua com venda direta e personalizada de charutos premium.

Para mais informações sobre próximos eventos e este glamuroso universo do charuto entre em contato através do WhatsApp (12) 98312-9338 e acompanhe seu perfil no Instagram @solimancigars.

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Beleza em destaque: Concurso Miss e Mister São José dos Campos

Após uma pausa de 10 anos, a cidade de São José dos Campos tem o prazer de anunciar o retorno do Concurso Miss e Mister São José dos Campos 2024. Comemoração dos 257 anos de SJC. O evento, que promete ser um marco na cena cultural da cidade, acontecerá no dia 26 de julho de 2024, às 20h, no Clube Santa Rita.

Detalhes do Evento
Neste ano, a competição contará com 23 mulheres e 12 homens, todos prontos para brilhar e conquistar o título de representantes mais belos de São José dos Campos. As inscrições foram abertas a todos os jovens da região, resultando em mais de 100 candidatos que passaram por uma seletiva rigorosa.

Os vencedores do concurso representarão a cidade na etapa estadual do Miss São Paulo. Durante a noite, os participantes desfilarão em trajes de gala da Josephiine Noivas, com toda a beleza assinada pelo Espaço Beleza Real. A animação ficará por conta da renomada banda Serial Funkers, que promete agitar a noite.

Cobertura e Apoios
O júri, que será anunciado em breve, fará sua votação ao vivo, enquanto a cobertura oficial ficará a cargo da Rede Vanguarda, a qual é a TV oficial do evento

Apoios:
Receptivo Martuthelli eventos; Onda dos Cachos; Shopping Jardim Oriente; Papaya Comunicação; Cactus Agência de Marketing; Rádio Mix; Base Mgt; No More Mag; Meon; Vinhos Rio Sol; Playoff Burger; Fazenda da Vovó; Tech Movie Brasil; Aliança Francesa; Tanara Beauty; Padaria Doce de Leite; Duquesa Store; Duque Restaurante; Mesa Di Sicília; Allan Arruda Decor; DJ Saninho; Anderson Brasil; ATS Produtora; Franquia CNB | Miss Mundo Brasil


Ingressos
Os ingressos para o evento são beneficentes e podem ser adquiridos com a troca de 2 quilos de alimentos não perecíveis, a serem entregues na WR Models, localizada na Av. Dr. Ademar de Barros, 1481. Toda a arrecadação será destinada à Associação Guadalupe.

Realização
O evento é realizado pela WR Models, sob a direção de Willian Roggles, com 38 anos de experiência no segmento.

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Grupo DUA encerra turnê do espetáculo ‘Todas as vozes’ com músicos homenageados no Cine Teatro Benedito Alves

Show gratuito na quinta (18/7), em São José dos Campos, terá participação de Quinzinho Viola, Deo Lopes, Jongo Mistura da Raça e Adriana Mudat

A noite de quinta (18/7) será de celebração aos mestres e mestras da cultura em São José dos Campos–SP, e o melhor, com a presença de muitos deles!  

O grupo Dua, formado pelas musicistas Bruna Prado e Maria Luana, apresenta o espetáculo “Todas as vozes: um rito musical para a terra” com show gratuito a partir das 20h, no Cine Teatro Benedito Alves. Elas recebem os convidados Quinzinho Viola, Deo Lopes, Jongo Mistura da Raça, Adriana Mudat e Cauique Bonsucesso, em apresentação que marca o encerramento do projeto que celebra as raízes da música da região rural de São José.

O Dua fez quatro shows desde abril, nos quais recebeu Ana Maria Carvalho, Quinzinho Viola, Jongo Mistura da Raça e Deo Lopes, além de fazer homenagens a outros artistas influentes na região.

Bruna Prado compartilhou um pouco da experiência do “Todas as Vozes”: “Fazer música com outras pessoas é delicioso demais, e esse projeto deu para a gente essa oportunidade. Ao longo da minha trajetória como musicista, fui aprendendo a me desapegar das pessoas e me obrigando a criar uma autonomia – poder fazer show sozinha ou com no máximo mais uma pessoa – para poder fazer o trabalho rolar, uma vez que está cada dia mais difícil conseguir circular com banda. E aí, quando a gente consegue um financiamento que permite fazer algo grande, é bom demais, porque quanto mais gente a música agrega, mais bonito e forte fica o trabalho”, destaca.

Para Bruna, a melhor parte do projeto foi ter a oportunidade de dividir o palco e fazer música com os mestres. “Até pouco tempo atrás, achava que nunca seria capaz de tocar com músicos que admiro e que são bem mais experientes que eu; que nunca ficaria tranquila ou teria maturidade musical suficiente. E, de repente, você se vê diante de pessoas extremamente humilde e generosas, que possuem as mesmas fragilidades que você, e descobre que estamos todos no mesmo barco. É muito reconfortante”.

Os homenageados

Quinzinho Viola é poeta e violeiro. Criado em Caçapava, sempre procurou estar em contato com a sua identidade caipira, a natureza e as coisas simples. Foi professor de viola caipira na Casa de Cultura Júlio Neme, em São Francisco Xavier, e é integrante do grupo de catira. Tem suas composições gravadas no álbum “Caipira de Verdade, de Nascente e Fonte Nova”, com seu parceiro Ciro Leonardo da Silva, o sanfoneiro Waldeci da Silva, sua esposa e parceira Cidinha, e o guitarrista Michel Leme.

O músico paulista Deo Lopes começou a ganhar destaque com seu primeiro disco, “Voar”, lançado em 1980. Mudou-se para o Vale do Paraíba em 1994, e daí para cá não mais parou de criar e desenvolver projetos culturais. Em 1998, criou, juntamente com outros parceiros, o Trem da Viração, um grupo de música regional brasileira com quem se apresentou em várias partes do país, gravou CDs e participou de programas de TV. Seu mais recente trabalho é o álbum “Concerto Sentido”, com o parceiro Victor Mendes.

Jongo Mistura da Raça tem como missão manter viva a tradição da manifestação popular afro-brasileira com identidade marcada pelos cantos, danças, toques de tambor e saberes orais. O grupo atua na afirmação e valorização da identidade negra e no despertar da igualdade racial. Laudení de Souza foi influenciado pelo pai, mestre Dorvalino, em Barra do Piraí–RJ, nas rodas de jongo, e passou a tradição para sua família, com quem se apresenta e divulga o jongo desde 2002. No ano passado, o grupo recebeu a medalha Cassiano Ricardo, concedida pela Câmara de São José dos Campos.

A maranhense Ana Maria Carvalho é cantora e arte educadora. Premiada como Mestre de Cultura Popular em 2018 pelo Ministério da Cultura. Trouxe para o Vale do Paraíba uma rica bagagem que inclui ritmos tradicionais como o Bumba Meu Boi, Cacuriá, Ladainhas do Divino Espírito Santo, cirandas, acalantos e cantigas de roda, mostrando os símbolos e saberes tradicionais contidos nessas manifestações. O disco “Por Mim e Pelo Meu Povo” é um marco em sua carreira.

Adriana Mudat é percussionista e cantora da Banda por um Fio, com show autoral de Cauique Bonsucesso há mais de 20 anos. A cultura popular mora em seu coração. As cores, fitas, música e dança estão presentes em seu trabalho com as artes populares do Maranhão, onde conduz vivências transmitidas por sua mestra Ana Maria Carvalho. É também parceira da artista plástica Ana Sales com os grandes Bonecões da Mantiqueira, se apresentando como cantora, percussionista e mestra de cerimônias em festejos juninos, Folia de Reis e carnavalescos. Foi integrante das bandas Folia Brasileira e Pé no Brejo.

O projeto

Realizado com recursos do Fundo Municipal de Cultura, da Prefeitura de São José dos Campos, e apoio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo), “Todas as vozes: um rito musical para a terra” tece diálogos entre o Vale do Paraíba, a Serra da Mantiqueira e outras culturas musicais latino-americanas, como a das tonadas venezuelanas, zambas e chacareiras argentinas, cumbias colombianas e o folclore negro do Peru.

Nascido no distrito joseense de São Francisco Xavier, Dua é o encontro entre Maria Luana (Uruguai) e Bruna Prado (Brasil), musicistas dedicadas à pesquisa do folclore latino-americano. Juntas, elas exploram as vocalidades presentes em diversos gêneros de canção de origem rural, suas estruturas rítmicas e o canto a duas vozes, em um formato com violão e percussão, com letras que priorizam a temática da terra, seus ciclos e os ritos que envolvem a relação entre a coletividade humana e os ciclos da natureza.

O espetáculo conta com cenário e figurino criados pela artista plástica Juliana Strzygowski, inspirados em elementos do artesanato local, como cestos de taboa e redes de pesca, e no imaginário que permeia as canções.

Pesquisa

Para a construção do repertório, a dupla trabalhou em cima de pesquisa musical preliminar feita pela produtora Patricia Loco, que atua no Vale do Paraíba há 25 anos. Depois, partiram a campo em trabalho de escuta e consulta a mestres locais de cultura popular – cancioneiros, violeiros, mestres de jongo e artesãos –, além de casas de cultura e documentos no Museu do Folclore de São José dos Campos.

Os shows destacam canções de Mirian Cris, Rialcim, Deo Lopes, Nilton Blau, Ana Maria Carvalho, Trem da Viração, Ari Pereira, Quinzinho Viola e Adriana Mudat, além de músicas em espanhol de Atahualpa Yupanqui, Jorge Fandermole e Armando Tejada Gomez.

Todas as apresentações em São José são gratuitas, com indicação livre e têm tradução em Libras. Estão sendo registradas em fotos e vídeos, que servirão de material para um minidocumentário sobre a pesquisa e a turnê, que ficará disponível para acesso livre e gratuito em canal do YouTube e páginas do projeto.

Espetáculo Todas as vozes: um rito musical para a terra”

18 de julho, às 20h

No Cine Teatro Benedito Alves (Rua Rui Dória, 935, Centro – São José dos Campos).

Confira mais detalhes na página do projeto no Instagram: @todasasvozes_dua

Sobre o Dua

O Dua nasceu em 2022, no encontro de Bruna Prado e Maria Luana.

Bruna Prado é cantora, compositora, pesquisadora e condutora de processos criativos e educacionais envolvendo voz, corpo e canção. Doutora em Música, Mestra em Antropologia Social e Bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Formada, ainda, pelo Método Bertazzo de educação do corpo e do movimento. Tem dois álbuns-solo, além de participação em discos de outros artistas. Trabalhou durante dez anos no “Canto do Brasil: atividade e ensino musical” (São Paulo), espaço coordenado pela cantora e profa. Dra. Regina Machado. Foi professora do curso de música da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu–PR. Vive atualmente no distrito de São Francisco Xavier (SP), onde dá aulas de canto no Projeto Colibri, do Núcleo Educatho; conduz de maneira autônoma o projeto Oficina de (en)cantos e atua artisticamente com o grupo Dua, além de integrar o GT Mulheres da Cultura de São José dos Campos. Produziu, em 2021, ao lado de Helô Ferreira, o “Festival Cancioneiras”, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura de São José dos Campos. Em 2022, circulou com o espetáculo “Quatro Estados para a Solidão”, contemplado pelo edital “Música ao Pôr-do-Sol”, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR).

Maria Luana é cantora, compositora e terapeuta sonora. Nasceu em Montevidéu e cresceu entre a Costa Rica e o Brasil. Desde 2014, se dedica a pesquisar diferentes linguagens de improvisação, música vocal e cantos ancestrais da América Latina e do mundo, assim como diferentes caminhos para o uso da voz e o corpo como instrumento musical e de expressão criativa e artística. Já se apresentou em vários países e festivais internacionais na Costa Rica, Argentina, Brasil e Uruguai, e tem dois discos lançados. Participou de projetos artísticos como o Coro Juvenil do Estado de São Paulo e o grupo vocal Nômade, liderado pela moçambicana Lenna Bahule. Faz parte da banda do compositor Luiz Tatit e da Orquestra do Corpo (projeto dirigido por Fernando Barba de Barbatuques), entre outros. Desenvolveu os seus estudos de canto com Wagner Barbosa, Anais Maviel, Lívia Nestrovski, Renata Rosa, Lucia Spivak, entre outros, e de improvisação vocal e música corporal com pioneiros da técnica como Fernando Barba, Stenio Mendes, Keith Terry, Joey Blake, Roger Treece e Rhiannon. Vem transitando uma jornada para relembrar e expressar em liberdade a sua voz e expressão criativa e atualmente facilita vivências, retiros e workshops de voz e criação com a intenção de relembrar e potencializar a voz autêntica e despertar a música e criatividade que habita em todo ser. 

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