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Grupo Dona da Rua encerra turnê do disco ‘Samba-Revolução’ com shows gratuitos em São José dos Campos e Jacareí neste fim de semana

Teatro Municipal de São José e Sala Mário Lago recebem Helô Ferreira, Juliana Rodrigues e Lívia Barros em espetáculo que valoriza a força da produção musical de mulheres

O Grupo Dona da Rua traz para São José dos Campos e Jacareí neste fim de semana o show “Samba-Revolução”, que destaca a força da produção musical de mulheres. As apresentações gratuitas – no Teatro Municipal de São José dos Campos (sábado, 23, às 20h), e na Sala Mário Lago de Jacareí (domingo, 24, às 20h) – marcam o encerramento da turnê do disco homônimo.

Com recursos do ProAc (Programa de Ação Cultural) e apoio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo), Prefeitura de São José dos Campos, Fundação Cultural de Jacarehy e Prefeitura de Jacareí, o show reúne Lívia Barros (voz), Helô Ferreira (violão 7 cordas) e Juliana Rodrigues (piano), que mostram as dez canções do disco (oito delas inéditas), acompanhadas das percussionistas Simone Gonçalves, Mô Trindade e Monalisa Madalena, da baixista Bruna Duarte, e de Estela Paixão e Eloiza Paixão (coro).

No repertório, se destacam a canção “Pequena”, composta pelas integrantes do grupo, músicas de Lívia Barros (“Me deixa partir em paz”, “Deriva”, “Que venha em mim” e “Justiça”), parcerias de Lívia com Sara Fernandes (“Vai”) e Evandro dos Reis (“Janelas e Parapeitos”), além das faixas “Primeira estrela” (Manu da Cuíca e Marina Íris), “Filha da luta” (Guilherme Bandeira) e “Modo poesia” (Maíra da Rosa, Amanda Lima, Laís Oliveira e Daniel Perez).

“Como educadora e artista, observo que há uma restrição no acesso ao debate público sobre o papel das mulheres na arte, especialmente da arte protagonizada por mulheres negras. Essas discussões estão restritas a um universo intelectual e não alcançam o grande público, jovem ou não. Penso que quantos mais grupos  de mulheres conseguirem divulgar suas lutas através da música, mais possibilidades do debate alcançar outros espaços”, afirma Lívia Barros.

Ela destacou o poder do samba como instrumento para reflexões sobre o país. “O samba, com sua infinidade de questões e possibilidades de enfrentamento, suas histórias, suas metáforas da vida, suas visões de mundo, seus autores e autoras, suas ironias e subversões deveria ser central para compreender um país que tem o machismo e o racismo como problemas, marcas, traumas de sua identidade. Por isso, gravar um disco de composições de samba que propõe essas reflexões significa sobreviver e valorizar nossas histórias de luta por uma vida mais justa”, avalia a multiartista.

Projetos

Helô, Juliana e Lívia são parceiras e desenvolvem, por meio do Dona da Rua e em iniciativas individuais e com outros coletivos, uma série de ações para difusão, estudo e debate sobre a presença das mulheres no campo da criação musical no Brasil.

Criado em 2018, o Dona da Rua fortalece a representatividade da mulher, trazendo um repertório que é um manifesto contemporâneo de mulheres no samba com temas ligados à luta histórica feminista e à diversidade rítmica e estilística brasileira marcada pela musicalidade diaspórica negra.

Desde então, tem presença marcante em eventos na região do Vale do Paraíba e Alto Tietê. O Samba das Mulheres, encontro de sambistas realizado na Associação Cultural Casarão da Mariquinha, em Mogi das Cruzes, foi o início de uma trajetória de engajamento que vem crescendo.

Virada Cultural de São Paulo, Festival Cancioneiras, Encontro Nacional Mulheres na Roda de Samba, Cena de Mulher, shows no circuito Sesc e na agenda da FCCR são alguns dos projetos desenvolvidos ou com participação das artistas.

O disco

O projeto Samba-Revolução foi premiado pelo ProAc no edital 18/2021, que consiste na gravação e licenciamento de um material audiovisual para ser exibido na plataforma #culturaemcasa.

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo e a Fundação Cultural de Jacarehy também apoiam a iniciativa. O disco Samba-Revolução foi gravado com os recursos do edital da Lei Aldir Blanc de 2020 da cidade de Mogi das Cruzes.

O álbum foi gravado entre novembro de 2021 e junho de 2022 em três estúdios: as vozes, percussão, violão, coro e baixo no EMAM (Estúdio Municipal de Áudio e Música de Mogi das Cruzes); o piano, no Estúdio Henning (São Paulo); e a faixa “Primeira Estrela” teve vozes e cuíca gravadas no estúdio Méier (Rio de Janeiro). Maira da Rosa, Raquel Tobias e Bruna Prado também participam do disco.

O show Samba-Revolução circulou pelo estado no final de 2022 e em 2023, passando por Ubatuba, São Paulo, Suzano e Mogi das Cruzes, em projeto também financiado pelo ProAc.

SERVIÇO

Shows de encerramento da turnê “Samba-Revolução”, do grupo Dona da Rua

Em São José dos Campos

Data: 23 de março

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal de São José dos Campos (Rua Rubião Júnior, 84 – Centro (3º piso do Shopping Centro)

Gratuito

Em Jacareí

Data: 24 de março

Horário: 20h

Local: Sala Mário Lago (Rua Barão de Jacareí, 122, Centro)

Gratuito

Sobre o grupo Dona da Rua

Lívia Barros é mestranda em Literatura pela USP e graduada em Letras pela mesma universidade. Sua pesquisa de mestrado está relacionada à literatura negra e educação. Além de cantora, é poeta, compositora, pesquisadora e professora. Estudou canto popular com Fabiana Cozza, Elizabeth Just, Ná Ozetti, Renata Rosa e Sandra Ximenez. É fundadora do grupo Carta na Manga, que já excursionou pela América Latina, e também do Samba das Mulheres de Mogi das Cruzes.

Helô Ferreira é mestre em educação pela UFSCAR, arte-educadora e, como violonista, atua em grupos de samba da cidade de São Paulo. É presença constante em rodas de samba da cidade de São Paulo, tendo sido diretora musical do show do 3º Encontro Nacional Mulheres na Roda de Samba pela Virada Cultural 2020.

Também em 2020, produziu e foi diretora musical do Festival Cancioneiras, em São José dos Campos, dedicado à obra de mulheres brasileiras compositoras de canções.

Juliana Rodrigues é pianista, compositora e diretora musical. Lançou, em 2021, seu segundo álbum em trio (“Vive”). Atua como pianista em grupos de estilos diversos na grande São Paulo e no interior. É bacharel em Jazz pela Newpark Music Centre (Irlanda) e tem passagem por festivais e palcos de destaque, como Jazz al Este (Paraguai), Savassi Jazz (Belo Horizonte), Sonamos Latinoamérica (México, Peru e Brasil), Instrumental Sesc Brasil e Sala São Paulo. Também lançou o álbum (“Mnemosine”, 2017) e tem participações em discos de artistas e estéticas variados.

Fotos: Sofia Colucci

Roteiro

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A música da zona rural de São José dos Campos e sua ligação com a terra e o folclore latino-americano

Grupo DUA faz shows gratuitos em São José dos Campos para celebrar as raízes da música regional e homenagear mestres e mestras  da cultura local

Você sabe o que a música produzida em bairros da zona rural de São José dos Campos (SP) tem a ver com as tradições musicais venezuelanas, argentinas, colombianas e peruanas? São essas curiosas similaridades que o público poderá conferir no espetáculo gratuito “Todas as vozes: um rito musical para a terra”, do grupo Dua, que fará uma mini turnê por São José dos Campos, com a participação dos mestres e mestras da cultura popular Ana Maria Carvalho, Deo Lopes, Jongo Mistura da Raça e outros artistas que serão apresentados ao longo da temporada.

O primeiro show será durante o evento Macambada Reunida, no dia 20 de abril, às 18h, com participação de Ana Maria Carvalho. Outra data confirmada é 4 de maio, quando o Dua recebe Deo Lopes a partir das 15h30, em apresentação no Parque Lambari, no Campos de São José.

Realizado com recursos do Fundo Municipal de Cultura, da Prefeitura de São José dos Campos, e apoio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo) –, “Todas as vozes: um rito musical para a terra” tece diálogos entre o Vale do Paraíba, a Serra da Mantiqueira e outras culturas musicais latino-americanas, como a das tonadas venezuelanas, zambas e chacareiras argentinas, cumbias colombianas e o folclore negro do Peru.

Nascido no distrito joseense de São Francisco Xavier, Dua é o encontro entre Maria Luana (Uruguai) e Bruna Prado (Brasil), musicistas dedicadas à pesquisa do folclore latino-americano que moram no distrito joseense e se encantaram com o legado da música local. Sim, a cidade conhecida pela inovação e tecnologia, a capital nacional do avião, tem uma rica história musical preservada especialmente em bairros periféricos e seus distritos, nos quais a comunidade a mantém viva!

Juntas, Bruna e Luana exploram as vocalidades presentes em diversos gêneros de canção de origem rural, suas estruturas rítmicas e o canto a duas vozes, acompanhadas de violão e percussão, e priorizando letras que têm como temática a terra, seus ciclos e os ritos que envolvem a relação entre a coletividade humana e os ciclos da natureza.

Além desse elo da “terra” entre as musicalidades, as artistas logo perceberam outras semelhanças. “As aberturas de vozes, os temas tratados nas letras, a presença dos tambores graves e do violão são alguns desses elementos”, enumera Bruna, revelando que o espetáculo irá contar com cenário e figurino criados pela artista plástica Juliana Strzygowski, inspirados em elementos do artesanato local, como cestos de taboa e redes de pesca, e no imaginário que permeia as canções.

Repertório dos shows

Para a construção do repertório, a dupla trabalhou em cima de pesquisa musical preliminar feita pela produtora Patricia Ioco, que atua no Vale do Paraíba há 25 anos. Depois, partiram a campo em trabalho de escuta e consulta a mestres locais de cultura popular – cancioneiros, violeiros, mestres de jongo e artesãos –, além de casas de cultura e documentos no Museu do Folclore de São José dos Campos.

Os shows trarão músicas de Miriam Cris, Rialcim, Deo Lopes, Nilton Blau, Ana Maria Carvalho, Trem da Viração, Ari da Rabeca, Quinzinho da Viola e Adriana Mudat, além de canções em espanhol de Atahualpa Yupanqui, Jorge Fandermole e Armando Tejada Gomez.

É desafio do espetáculo aproximar o canto às origens, apresentar as canções de forma oral e, a partir da condução das artistas, trazer o público para dentro das obras, experimentando  sonoridades e transformando o espetáculo em um rito, onde todos cantam, dançam e celebram juntos, à maneira dos festejos populares.

O encanto do Vale do Paraíba

Nascida no Uruguai, Maria Luana passou por cidades de diferentes países até chegar ao bairro dos Souzas, em Monteiro Lobato, antes da pandemia. Voltou para a região no ano passado, se instalando em São Francisco Xavier. “Me apaixonei pelo lugar, meu coração está aqui e vejo como um bom local para criar raízes”, se declara.

Luana lembra que quando veio pela primeira vez à região, se deparou com um cenário musical que trazia diferenças e também afinidades com a bagagem artística com que teve contato, como as menções ao campo, tão comum nas letras, e o formato voz e violão, fortes também no Uruguai. Mas ela ressalta que foi somente ao longo do projeto que passou a conhecer de verdade essa cultura local. “A gente procurou criar uma relação com a comunidade. O foco é conhecer e conviver com as pessoas, falar da vida, tomar um café com elas. É uma relação humana de afeto, e a música é uma consequência dessa conexão e respeito à cultura inerente a cada um”.

Durante essa aproximação, elas notaram novas influências que dão uma cara ainda mais criativa ao cenário musical de São José dos Campos, cidade conhecida por abrigar pessoas de diferentes localidades ao longo das últimas décadas. “A cultura de todos os lugares é formada pela mistura da cultura das pessoas, e percebemos isso em São José, que tem muita diversidade. O Jongo Mistura da Raça, por exemplo, veio do Rio; a Miriam Violeira, de Minas; a Ana Maria Carvalho, do Maranhão”, opina Bruna, que vive há três anos e meio em São Francisco Xavier.

“Os cantos e ritmos ancestrais nos conectam direto com a fonte, carregam tanta sabedoria, e me trazem essa sensação de estar reconectando com a origem da existência, com o divino, com Deus, enfim, o nome que quisermos dar. Quando tivemos essa ideia de nos conectar com este território que nos acolhe, e com a sua música, as suas canções, senti essa mesma emoção, essa emoção de reconectar com a origem e energia que estas montanhas carregam, é isso é muito especial ”, diz Luana.

As pesquisadoras também identificaram traços marcantes dessa música rural joseense, como a viola caipira, influências da Folia de Reis, figureiras e da cultura afro-brasileira, entre outros.

“Adoro misturas musicais, roça e cidade. Eu e a Bruna somos um pouco isso, mulheres urbanas que valorizam, honram e se conectam com povos originários. Em algumas músicas, fizemos arranjos mais parecidos com o original, mas em outras temos experimentos, uso de instrumentos africanos como a kalimba, o bombo legüero (tambor argentino). É um diálogo entre o nosso universo sonoro e o dos compositores”.

As apresentações em São José serão gratuitas, com indicação livre e terão tradução em Libras. Serão registradas em fotos e vídeos que servirão de material para um minidocumentário sobre a pesquisa e a turnê, que ficará disponível para acesso livre e gratuito em canal do Youtube e páginas do projeto.

SERVIÇO

Apresentações do projeto “Todas as vozes: um rito musical para a terra”

– Dia 20 de abril, às 18h, com participação de Ana Maria Carvalho, na programação do evento Macambada Reunida (Travessa Sebastião Lino da Costa, 955, Bairro dos Freitas – Morro do Carrapato)

– Dia 4 de maio, às 15h30, com participação de Deo Lopes (Parque Lambari – Campos de São José)

Confira datas futuras na página do projeto no Instagram: @todasasvozes_dua

Sobre o Dua

O Dua nasceu em 2022, no encontro de Bruna Prado e Maria Luana.

Bruna Prado é cantora, compositora, pesquisadora e condutora de processos criativos e educacionais envolvendo voz, corpo e canção. Doutora em Música, Mestra em Antropologia Social e Bacharel em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Formada, ainda, pelo Método Bertazzo de educação do corpo e do movimento. Tem dois álbuns-solo, além de participação em discos de outros artistas. Trabalhou durante dez anos no “Canto do Brasil: atividade e ensino musical” (São Paulo), espaço coordenado pela cantora e profa. Dra. Regina Machado. Foi professora do curso de música da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu (PR). Vive atualmente no distrito de São Francisco Xavier (SP), onde dá aulas de canto no Projeto Colibri, do Núcleo Educatho; conduz de maneira autônoma o projeto Oficina de (en)cantos  e atua artisticamente com o grupo Dua, além de integrar o GT Mulheres da Cultura de São José dos Campos. Produziu, em 2021, ao lado de Helô Ferreira, o “Festival Cancioneiras”, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura de São José dos Campos. Em 2022, circulou com o espetáculo “Quatro Estados para a Solidão”, contemplado pelo edital “Música ao Pôr-do-Sol”, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR).

Maria Luana é cantora, compositora e terapeuta sonora. Nasceu em Montevidéu e cresceu entre Costa Rica e Brasil. Desde 2014, se dedica a pesquisar diferentes linguagens de improvisação, música vocal e cantos ancestrais da América Latina e do mundo, assim como diferentes caminhos para o uso da voz e o corpo como instrumento musical e de expressão criativa e artística. Já se apresentou em vários países e festivais internacionais na Costa Rica, Argentina, Brasil e Uruguai, e tem dois discos lançados. Participou de projetos artísticos como o Coro Juvenil do Estado de São Paulo e o grupo vocal Nômade, liderado pela moçambicana Lenna Bahule. Faz parte da banda do compositor Luiz Tatit e da Orquestra do Corpo (projeto dirigido por Fernando Barba de Barbatuques), entre outros. Desenvolveu os seus estudos de canto com Wagner Barbosa, Anais Maviel, Lívia Nestrovski, Renata Rosa, Lucia Spivak, entre outros, e de improvisação vocal e música corporal com pioneiros da técnica como Fernando Barba, Stenio Mendes, Keith Terry, Joey Blake, Roger Treece e Rhiannon. Vem transitando uma jornada para relembrar e expressar em liberdade a sua voz e expressão criativa e atualmente facilita vivências, retiros e workshops de voz e criação com a intenção de relembrar e potencializar a voz autêntica e despertar a música e criatividade que habita em todo ser.

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Sexta-feira (12) é dia de show gratuito com Sandra Vianna no Centro Cultural de Mogi

Com músicas que falam sobre respeito, ancestralidade e paz, apresentação do repertório ‘Cunhã’ está marcada para às 19 horas, na Sala Wilma Ramos

Anote na agenda: nesta sexta-feira (12) tem show de Sandra Vianna no Centro Cultural de Mogi das Cruzes. Proporcionada por recursos do Programa de Fomento à Arte e Cultura de Mogi das Cruzes (Profac), a apresentação está marcada para às 19 horas, na Sala Wilma Ramos, com entrada gratuita.

O repertório é ‘Cunhã’, álbum cujo nome significa “Mulher” em tupi-guarani. “Em primeiro lugar, é uma forma de identificação. Me entendo melhor nesse universo dos povos originários, e me sinto pertencente desde o primeiro contato, que tive na aldeia do Rio Silveira em meados dos anos 2000, o que me auxiliou muito a me colocar no mundo, a me entender, a me conhecer e acolher”, explica a cantora, que fala em ancestralidade e respeito.

São reflexões sobre positividade que vem alcançando endereços descentralizados como em shows na Acadêmicos da Fiel, no bairro Rodeio, e na Emesp, na Vila Lavínia.

“Em ‘Cunhã’ existe um punhado de mensagens que desejo transmitir, como a libertação feminina em ‘Filha de Uma Maria’ e como o entender-se e ser do jeito que realmente quer ser em ‘Bacante’. E trago referências a outros artistas, incluindo mogianos na ‘Oração do Artista’, de Khalil Magno, a sensibilidade perceptiva de ‘Empatia’ de Rui Ponciano e Dani Dias e o rompante da mulher se libertando de uma relação abusiva em ‘Roma’”, afirma a artista, que continua.

“Há também um reencontro comigo proporcionado pelas artes na ‘Mágica do Tempo’, e ‘’A Mùsica’, uma parceria com Roberta Campos e Dandy, que ganhou uma nova versão,‘É o que ela me faz’, com Brenô e está disponível em todas as plataformas digitais.. E ainda ‘Índia Lua’, de Antonio Pereira, ‘Irũ’, composta por mim, que vem trazendo as influências da época de vivências indígenas vindo como apelo, para maior atenção às condições climáticas, e “Floresta em Pé e Fascismo no chão”, também do Khalil”.

Todas estas mensagens se unem em um formato intimista, que oferece experiência diferenciada da gravação do álbum,  proporciona novas vivências com cada canção e faz um apelo pela promoção da paz, pelo respeito e pelo combate à preconceitos. 

“Trabalhamos com uma equipe majoritariamente formada por mulheres. No palco, conto com o suntuoso auxílio da cantora, compositora, produtora e instrumentista Valéria Custódio, com os violões, voz e pontual percussão de Flavia Caruso”, lista Sandra Vianna, que elenca também Deizy Mano na produção executiva  e Marketing, Carla Pozo na Assistência de Produção, Luna Nakano como social media, Gustra Pellatiero na maquiagem, visual e merchandising, Ana Paula Peres como intérprete de Libras, Débora Ribeiro na contabilidade, Léo Zerrah na Produção Técnica, Maurício Noro e João Correa da produtora Salada de Frutas nas fotos e filmagens e Thiago Cardoso na Iluminação.

Esta é a equipe que poderá ser vista, ouvida e sentida às 19 horas desta sexta-feira (12), no Centro Cultural de Mogi das Cruzes, que fica na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, 360. Outras informações estão disponíveis nas redes sociais da artista (https://www.instagram.com/sandraviannaoficial/ e https://www.facebook.com/asandravianna/). 

Fotos: Mauricio Noro

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Mercado Místico estará de volta a São José dos Campos com participação de oraculistas e empreendedores regionais

Paralelamente ao Mercado Místico, os organizadores trarão para cidade, pela primeira vez, o Festival do Camarão no Shopping Jardim Oriente. 

Devido ao grande sucesso, este será o terceiro ano consecutivo que o Mercado Místico estará em São José dos Campos, no ginásio de eventos do Shopping Jardim Oriente. Paralelamente, no estacionamento será realizado também o 1° Festival do Camarão, nos dias 4 e 5 de maio. Faltando menos de um mês, os organizadores querem fazer um convite aos oraculistas e empreendedores regionais que gostariam de participar destes dois eventos que atraem mais de 10 mil pessoas por dia.

Os interessados em expor ou fazer palestras e vivências no Mercado Místico podem fazer contato pelo Instagram: @mercadomistico. Já para o 1° Festival do Camarão, os empreendedores gastronômicos podem fazer contato pelo: @artshineeventos.

“Nossos eventos em São José dos Campos contemplam tanto oraculistas e empreendedores do Brasil que nos acompanham ao longo dos 13 anos de evento, e buscamos gerar oportunidades para os profissionais regionais. Nos dois últimos anos tivemos participantes de São José, Caçapava, Aparecida, Taubaté.  Para este ano, estamos com inscrições abertas até meados de abril”, declarou Márcio Alvarez, fundador do Mercado Místico e organizador do festival gastronômico.

Mercado Místico

É o maior evento do setor no Brasil com entrada gratuita e estará de volta a São José dos Campos com palestras, vivências, apresentações de dança, limpeza xamânica (para pessoas e pets), expositores com produtos esotéricos diversos e ainda, com a presença de oraculistas especializados e renomados com aconselhamentos e previsões, em diversas modalidade tais como: bola de cristal, búzios, cartomancia, quiromancia, borra de café, runas e tarô.

“O Mercado Místico é multicultural, ecumênico e democrático. Reúne um público que procura por equilíbrio, saúde, bem-estar, autoconhecimento e boas energias. Tem uma programação cultural com danças, palestras e vivências no palco, tudo gratuito”, explicou produtor do evento, Wesley Carvalho. 

1° Festival do Camarão 

O Festival do Camarão é inédito em São José dos Campos e reunirá um cardápio saboroso. O evento contará com mais de 40 expositores com cardápio de camarão e também outras opções como: espetinhos, hamburguer, pastel, batatas, entre outros. E ainda, doces, cervejas artesanais. Ambiente Pet Friendly.

Serviço:
Inscrição para empreendedores: 
até 20 de abril

Onde: empreendedores segmento bem estar: @mercadomistico 

           empreendedores gastronômicos:@artshineeventos


Mercado Místico e 1°Festival do Camarão

Quando: 04 e 05 de maio
Horário: 12h às 22h, no sábado / 12 às 20h, no domingo
Onde: Shopping Jardim Oriente
Gratuitos: entrada, estacionamento, atividades (limpeza xamânica, palestras, vivências, apresentações de dança).
Realização: Art Shine Promoções e Eventos

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