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Turismo

Guaratinguetá dá nova vida ao Centro Histórico com a Estação Turismo

Município agora conta com um centro de atendimento ao turista e revitaliza seu centro, tudo com recursos do Governo de SP.

Nesta quarta-feira, 3, a Estância Turística de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, inaugurou a Estação Turismo: Centro de Recepção ao Turista, e a Revitalização do Centro de Guaratinguetá. A obra contou com R$ 2,78 milhões em recursos do Dadetur (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios de Interesse Turístico), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP).

A inauguração contou com a presença do secretário de Turismo e Viagens do Estado de SP, Roberto de Lucena; do prefeito de Guaratinguetá, Marcus Soliva; do vice-prefeito Régis Yasumura; do secretário municipal de Turismo de Guaratinguetá, Dr. Mário Augusto Rodrigues Nunes; da secretária municipal de Cultura de Guaratinguetá, Aline Damásio; e do Presidente da Câmara de Guaratinguetá, Pedro Sannini.

A obra consiste na execução de serviços de implantação de receptivo turístico, contemplando espaço de convivência, cafeteria, sanitários masculino/feminino/PNE, banheiros, estacionamento para ônibus, pavimentação intertravada. Além de túnel para travessia dos turistas sob a linha férrea, iluminação externa, gradil metálico e vidro temperado para fechamento da área, paisagismo e acessibilidade.

“Guaratinguetá já possui um grande potencial para o turismo religioso, pois o local é lar do primeiro santo brasileiro, São Frei Galvão, e atrai diversos peregrinos todos os anos. Agora, com essa obra de melhoria na cidade, os visitantes serão recebidos com mais conforto, segurança e infraestrutura”, explica Roberto de Lucena, titular da Pasta de Turismo e Viagens.

Localizada a apenas 176 km da capital paulista, Guaratinguetá faz parte da Rota Turística da Fé. Inclusive, Guaratinguetá, em tupi-guarani, significa “muitas garças-brancas”. Guará, como é carinhosamente conhecida, conta com uma população de 118.044 habitantes, dispõe de museus históricos e recebe visitantes, em especial, para o Turismo Religioso.

Em território guaratinguetaense, em 1717, foi recolhida das águas do rio a imagem de terracota de Nossa Senhora Aparecida, uma vez que, naquela época, Aparecida pertencia a Guaratinguetá. Foi inclusive no mesmo século que ali nasceu Frei Galvão, em 1739. Hoje, a casa onde ele viveu recebe cerca de dez mil visitantes por mês. Ainda, quando a Estrada de Ferro Central do Brasil uniu São Paulo ao Rio de Janeiro, no século XIX, Guará teve uma estação e começou a crescer a tal ponto que ganhou um dos mais belos teatros do Vale do Paraíba. Atualmente, o local se tornou o prédio onde hoje está a Secretaria de Turismo.

Turismo

Conheça as Xilogravura Ciro Fernandes Mestre

“… eu fui para São Paulo, porque as pessoas de minha terra diziam: São Paulo é a cidade que brota dinheiro do chão, são Paulo brota dinheiro do chão… então, eu fui. Chegando lá a primeira coisa que vi foi uma nota de dez reais no chão e pensei“ Não vou pegar essa nota não, porque já que aqui brota dinheiro do chão não vai dar em nada, a próxima eu pego, assim; nunca mais eu vi nenhuma nota e foi brotar dinheiro só como servente de pedreiro…”

Com vocês, o Mestre da Xilogravura, nascido no sertão da paraíba em plena Segunda Guerra Mundial, na cidade de Uiraúna com a alcunha de um personagem dos grandes Épicos Homéricos, hoje eu tenho o prazer e a honra de apresentar a vocês Ciro Fernandes

Quem haver de ler o que direi adiante terá que concordar comigo que, por vezes, a história de Ciro se confunde um pouco no nosso imaginário como de um personagem de contos de fadas, a magia presente em cada situação, mesmo as mais difíceis, nos fazem crer em uma força maior que uniu beleza e congruência em tudo o que lhe ocorria.

Você já deve ter se perguntado sobre, o que é a arte de VERDADE, certo? A seca de 1958 empurra Ciro, com 16 anos, para a casa da tia, em Natal (RN), onde trabalha como cobrador de ônibus e soldador mecânico. Dois anos depois muda-se para São Paulo, e ganha a vida como operário e pintor de paredes. Em 1961, chega ao Rio sem dinheiro ou conhecidos, e sustenta-se pintando bois em açougues e cartazes de preços para o comércio. A evolução foi trabalhar em agências de publicidade, onde ocupou o cargo de diretor de arte em três delas. Foi também ilustrador do Jornal do Brasil, convivendo também entre os amigos ilustradores do O Globo.

De lá para cá são oitenta anos vividos, e destes, sessenta só de carreira com: dezenas de exposições pelo mundo, habilidades desenvolvidas com grandes mestres brasileiros dentre, José Altino, Rossini Perez, aprende litogravura com Edgar na EAV, produziu capas para diversos autores como, Raquel de QueirozOrígenes LessaGilberto Freire, Autran DouradoFerreira Gullar, José Lins do Rego e Ana Maria Machado, músicos influentes como Zé Ramalho, entre outros, e também é o único ilustrador a receber o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras, pelo trabalho no livro “Cordelinho” de Chico Salles

E além destes existes, você pode ter certeza, algumas outras dezenas de feitos em toda sua carreira ao qual eu como um mero apaixonado somente estou a alguns dias a pesquisar e me viciei, por tanto conteúdo, beleza, magia e verdade em cada traço e paragrafo de pesquisa. Você pode conferir diretamente pelo site oficial  https://www.cirofernandes.com.br com mais profundidade nos fatos, aqui, neste pequeno artigo, me empenharei em dizer sobre a impressão causada a minha equipe e em especial minha pessoa a respeito deste monumento de artista. 

Dentro do desenvolvimento de artistas na Fuel, no departamento Cultural, temos sempre o empenho em movimentar o espectro do artista para linhas de congruências mais visíveis ao espectador/cliente ou o que chamamos de “narrativa”, e o que seria isto? 

Xilogravura

 Vendo a história e todo o contexto de Ciro, nós ficamos com a impressão de que se talvez a sua arte não representasse, de certa forma, esta parte de sua vida, alguma coisa estaria faltando, ou seja, em última análise a narrativa de Ciro é o elo que liga sua arte a seu contexto de vida. Dando um “motivo” ou um “porque” de fazer o que faz, e, portanto, ter o valor em suas obras que obtém. Dentro deste fato podemos observar o que o Economista Alemão Bowness vem dizer a respeito dos degraus de validação do artista como: validação dos pares, dos críticos e jornais, dos revendedores e, por último, do grande público.

Ciro Fernandes é sem dúvidas um dos maiores artistas brasileiros que já pisaram nesta terra, seu nome será elevado ao mesmo panteão de“ deuses” da arte Latino Americanos, como; Candido PortinariAnita Mafaltti, Tarsila do AmaralDi CavalcantiBotero e entre outros…

Também é a prova viva de que uma experiência rica em contextualização trás o espectador mais próximo do nosso trabalho e, estando mais próximo, mais íntimo e emocionado com tudo o que se faz debaixo do sol por nossas mãos. Portanto, não vou exagerar, e vocês comprovarão que digo a verdade, quando eu disser que toda e qualquer Xilogravura de Ciro emociona o espectador profundamente, como que se também estivéssemos fazendo parte de um pedacinho de sua história até a construção daquela obra, e de suas dores, também nós, tivéssemos suportado junto ao calvário. É impressionante a capacidade que alguns artistas, dignos de serem chamados de mestres, conseguem se introduzir no imaginário popular, dos nossos gostos, e do nosso subconsciente. Pois bem, Ciro Fernandes é um destes.

 O programa de aperfeiçoamento de carreira da Fuel procura proporcionar a seus assessorados exatamente esta solidez profissional e completude, no sentido profissional, obtida por meio de uma vida vastamente humana no seu melhor sentido, deste grande ser, e acreditamos, que; todo o qualquer artista é um gênio em potencial, que como uma rocha bruta, precisa ser lapidado. 

Don M. Vargas 

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Turismo

Inverno cultural em Santo Antônio do Pinhal: sessão grátis do musical VerDe Perto encanta moradores

No dia 27 de julho, sábado, às 16 horas, o espetáculo infantil VerDe Perto, o Musical Ecológico chega a Santo Antônio do Pinhal–SP, com apresentação no Auditório do CEI (Centro Educacional Integrado) Profª Silvana Silva e Souza, integrando a programação da Temporada de Inverno 2024. A sessão é gratuita e conta com recurso de interpretação em Libras.

Verde Perto, o Musical Ecológico é um espetáculo cênico-musical com linguagem simples e poética que fala diretamente com a natureza imaginária das crianças. Com canções autorais, assinadas por Renata Pizi, o espetáculo aborda temas sobre ecologia e sustentabilidade.

Observando a priminha Júlia, que adorava desenhar, mas rasgava e jogava fora o que não lhe agradava, Renata Pizi teve a ideia de criar algo que despertasse nas crianças a consciência ambiental, que pode estar nas atitudes mais simples do cotidiano. E foi refletindo sobre a nossa relação com a natureza que ela criou, em 2016, as poesias e depois as melodias, extraindo a musicalidade própria de cada poema.

As músicas, tocadas ao vivo, passeiam por diferentes ritmos brasileiros, como baião e maracatu, e por gêneros como rock, pop e rap, entrelaçando músicas e intervenções cênicas. Personagens, histórias e coreografias – conduzidos pela personagem Júlia – reforçam os argumentos das canções, recheadas de curiosidades sobre a natureza que ressaltam a necessidade de cuidarmos do planeta. O espetáculo trata o tema com leveza e ótimo humor, cativando os pequenos espectadores pela graça e originalidade dos poemas cantados. 

13/02/21 – Verde Perto com Renata Prizi – São Paulo – SP

O roteiro é formado por “Pet Repet”, “Árvore”, “Lixo na Rua”, “Água”, “Tamanduá” e “Rio Tietê”, entre outras. Todas as músicas foram compostas por Renata, sendo as duas últimas em parceria com Sonekka. A cenografia e os objetos de cena aparecem em composição lúdica. Elementos como lixeiras e galões de água são vestidos com fitas coloridas, sendo manipulados e ressignificados durante o espetáculo. E a concepção do figurino foi inspirada na estética clown, com cores vivas que remetem à fauna e à flora.

A circulação de VerDe Perto, o Musical Ecológico contempla seis cidades paulistas, incluindo a capital, totalizando 12 sessões gratuitas. O projeto, idealizado pela Belic Arte. Cultura e proposto pela Magistral Produções, foi contemplado pelo Edital Lei Paulo Gustavo 20/2023 – Difusão Cultural, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

FICHA TÉCNICA – Concepção e direção: Renata Pizi. Elenco: Renata Pizi (voz e violão), Renata Machado (atriz e voz), Paulo Ribeiro (voz e violão), Everton Alves dos Reis (percussão), Jonathan Campos (ator e voz). Cenário e visagismo: Rafaela Gimenez. Figurino: Alex Leandro. Gerenciamento e produção executiva: Adriana Belic. Assistência e produção executiva: Mili Slikta. Assistência de produção técnica: Arthur Maia. Técnico de som: Danilo Iwakura. Roadie: William Ramos. Fotos: Eugenio Goulart. Projeto gráfico: Alexandre Caetano. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assessoria em mídias: Platea Comunicação. Interpretação em Libras: Rosemeire Santos.

Serviço

Musical infantil: VerDe Perto, o Musical Ecológico

Dia 27 de julho – sábado, às 16h

Auditório do CEI (Centro Educacional Integrado) Profª Silvana Silva e Souza

Rua Cel. Sebastião Marcondes Silva, 132 – Centro. Santo Antônio do Pinhal–SP.

Ingressos: Gratuitos – distribuição: 1 hora antes do show.

Sessão com intérprete de Libras.

283 lugares. 45 minutos. Livre.

Sinopse: A pequena Julia olhava pela janela, pegou alguns lápis de cor, folhas de papel em branco e pôs-se a desenhar. Mas, para cada traço errado, lá se ia mais um papel rasgado. Foi então que a tia, Renata, perguntou, um tanto indignada: “Júlia! Você não tem pena das árvores?”. Julia respondeu: “Árvores? E o que o papel tem a ver com elas?”. Esse é o mote que conduz o espetáculo.

VerDe Perto, o Musical Ecológico nas redes: @verdeperto_musical

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O Caminho da Arte III apresenta as obras de Don Vargas

Tendo como influência artística os consagrados pintores Monet, Picasso, Van Gogh, Basquiat, Bottero, Edvard MunchDon M. Vargas percorre uma trajetória pautada em suas abordagens e estilos em sua escolha de vida. Através da Art A3 Gallery, que tem Rosita Cavenaghi como curadora, Don estará participando da terceira edição do Caminho da Arte, que acontece de 20 de julho a 5 de agosto, em São Paulo. A exposição reunirá, uma vez mais, artistas consagrados e também marcará a inauguração do novo endereço da destacada galeria, desta feita na Vila Nova Conceição, bairro de destaque cultural na capital paulista.

Nascido em Vassouras, autodidata, ex-vendedor ambulante de cigarro. Don Vargas cita algumas vezes em suas entrevistas; “Nada fiz do que me orgulhar, a não ser; de que todos os caminhos torpes me trouxeram a libertação das artes, junto do proposito de eternizar O Belo e o Verdadeiro.”

E que verdadeiro e belo é este que tanto fala? “O Criador o manifesta” – em resposta a nós, diz.

Sua arte traz a torpeza da natureza humana satirizada nos traços, o desespero, de algo estar sempre fora do lugar devido e não haver o que fazer a não ser; render-se a maldição de existir. Se inspira, pois; no Tempo, na Verdade, no Espírito das coisas e o registro das almas humanas, cada uma a sua geração, a saber; a Arte! Nas cores quentes e nos traços raivosos que expressam exatamente esta fúria, este fogo, que o consome de êxtase e contemplação, deixando seu legado! Afirma o artista.

Em sua formação acadêmica, Don é engenheiro de Software formado pela Universidade de Vassouras, localizada no Rio de Janeiro. Pai, marido e CEO da D’Vargas Studios.  Duas exposições individuais assinalam seu portfólio em 2023: Expo na Câmara Dos Vereadores Fazenda Rio Grande, Paraná e Expo em Fazendo Arte Brasil, São Paulo, São Paulo.

Em suas competências Don percorre suas criações utilizando tinta a óleo/acrílica em profusão de imagens contemporâneas. Sua atividade como design de interiores, em determinado período, o estimulou a escolher os temas de seus trabalhos, se utilizando de conhecimentos e técnicas que ressaltam os sentimentos do ambiente.

Professor, nos anos de 2021 a 2023, ministrou aulas na cadeira de Arte e Mercado em Búzios e Cabo Frio, Rio de janeiro, Brasil, tendo cursado bacharelado em 2020 em Belas Artes no Rio de Janeiro sem conclusão.

Atualmente responde pelo cargo de colunista e crítico de arte na vertente brasileira da Fuel Times, sediada em Boston, Massachussetts, USA, chamada aqui no Brasil de Gazeta Fuel, Curitiba. Além de continuar em foco permanente em sua carreira de artista meteórico.

Trabalho em profundidade

Obra: O Mercado da ARTE Atual – 100×80
Acrílico sobre Madeira

Fortemente simbólico concordam, os membros de seu ateliê, que podem olhar para as iconografias como a “gramática dos sentimentos”. Vasculham as formas certas de mostrar e contar histórias, hermeticamente veladas em frases de pinceladas agressivamente encantadoras.

O mercado da Arte (desde 2022) vem crescendo somente 1% ao Brasil ano, o que é quase que 19% menos do que a inflamação real do aumento da base monetária.

Seu ateliê então, decidiu, em sua próxima coleção, denunciar os culpados pela vagarosidade “engodo profissional” como cita em – O Mercado da ARTE Atual – que é a primeira obra de uma série de 15 denúncias.

Obra: Tempestade Noturna – 50X60
Acrilico sobre tela

Perigoso e novo como sempre o mar oferece, a nós artistas, uma fonte de inspiração infinita. Dos sentimentos variados acometidos, temos; medo, paixão, aventura e tantos outros, porém o que este autor que vos fala prefere, dentre as oferendas, é a tal da liberdade.

Don Vargas

SERVIÇO
EXPOSIÇÃO: “O caminho da Arte – III edição”
LOCAL: Art A3 Gallery
CURADORIA: Rosita Cavenaghi
QUANDO:  20 de julho a 5 de agosto
HORÁRIO: das 10h às 21h
ARTISTA: Don M. Vargas
VERNISSAGE: 20 de julho 18h
ENDEREÇO: Rua Santa Justina, 530 – Vila Nova Conceição – São Paulo, SP
INFO:  11 94219-1834
Entrada gratuita

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